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Bem vindo à Maré de Contos
Workshop Escrita de RAP PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por stelmo   
Quinta, 02 Fevereiro 2012 21:03

Chullage ( r.e.g. )

Convidamos este ano o Chullage para organizar um workshop sobre a escrita de letras para RAP. Para a Maré de Contos ele vai trazer a sua experiência  e partilhar os seus conhecimentos sobre a criação de letras e sobre o que é e o que pode ser o RAP.

O workshop tem a duração de 6 horas distribuídas por dois dias.

As inscrições encontram-se abertas para o email: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar e são gratuitas, basta indicar o nome e um contato telefónico.

Dia 23 de Março de 2012 entre as 18h00 e as 21h00

Dia 24 de Março de 2012 entre as 15h00 e as 18h00 

 

Nasceu em Lisboa em 1977 e foi criado no Asilo 28 de Maio, no Monte de Caparica. Foi aqui que começou o seu gosto pelo rap, quando ouviu pela primeira vez o CD de Rebel Mc da Zulu Nation. Inicialmente limitava-se a consumir as propostas que chegavam do outro lado do Atlântico, de França e mais tarde dos bairros por onde ia coabitando com outros MCs, DJs, B-Boys e Writers como Clay, Chora e Freedy.

Os primeiros passos foram ainda dados entre amigos, no Monte de Caparica, no início da década de 90, altura em que começou a ouvir Public Enemy e a escrever as primeiras rimas, mas foi após ouvir os Líderes da Nova Mensagem que Chullage encontrou o incentivo para o Rap, foi então que criou o seu primeiro grupo "Black Brothers", que se limitava a fazer improvisos.

Em 1999 foi convidado por D-Mars (Micro) para entrar na sua colectânea "Subterrânea" com os temas "Resistência" e "Ciclo Infernal". Também nesse ano participou no álbum "Microestática" dos Micro. A partir dai começou a ser convidado para entrar em Mix-tapes de DJs com Bomberjack, Sas, Cruzfader e NelAssassin.

Depois da participação em várias Mix-tapes, Chullage lançou o seu primeiro trabalho de originais em Julho de 2001, com selo Lisafonia e distribuição Edel, o álbum "Rapresálias (Sangue Lágrimas Suor)". Este disco tornou-se a primeira edição independente de Rap Português a ultrapassar três mil discos. Finalmente, um artista do underground nacional conseguia levar o seu trabalho até uma audiência maior. A estreia do teledisco "Rhymeshit Que Abala" nos canais televisivos Sol Música e SIC Radical permitiu igualmente esta maior divulgação. Chegou a ser nomeado para os prémios Blitz nas categorias de “Álbum do Ano” e “Artista Revelação do Ano”.

Passada uma longa época de concertos (com Sas, Kosmikilla, Naugthy e Balawild), Chullage gravou o seu segundo álbum "Rapensar (Passado Presente e Futuro)", lançado a 1 de Abril de 2004, com edição e distribuição da Lisafonia. Este disco duplo, apresentado num digipack espectacular, marca um novo passo em frente na brilhante carreira do artista e eleva a fasquia muito alta para o resto do Hip-Hop nacional. Depois de esgotar em menos de quatro meses as 2000 cópias da 1º edição, foi lançado uma reedição com 3 músicas novas e os 2 videoclips "National Ghettographik" e "Ignorância XL", que tanto surpreenderam os telespectadores da Sol Música e SIC Radical pela sua extraordinária qualidade. Rapensar foi eleito o álbum do ano pelos leitores da revista Hip Hop Nation e “National Ghettographik” o segundo melhor vídeo.

in WIKIPEDIA.

 

www.myspace.com/chullagereg

 

 
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Escrito por stelmo   
Quinta, 02 Fevereiro 2012 20:49
A Maré de Contos de 2012 vai já para a sua 5ª edição. Mais uma vez em consonância com a Semana da Leitura, realiza-se entre 18 e 25 de Março.
 
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As histórias, os contos, são facilitadoras de sonhos e promovem o contacto com a palavra escrita e falada, permitindo a expressão criativa, o enriquecimento e formação pessoal.

Ler, contar, ouvir, reúne pessoas, fortalece laços e valores culturais que são partilhados.

Os dois grandes objectivos deste encontro são, divulgar novas possibilidades na relação de prazer com a leitura, com as histórias, o contar e ouvir, e os princípios pedagógicos associados a estas práticas; bem como lançar um trabalho de recolha do património oral do concelho / região, dinamizando e valorizando a sobrevivência cultural. A esta, está intrinsecamente ligada, a auto-estima de uma comunidade e a sua possibilidade de afirmação.

Desta forma pretendemos o envolvimento da comunidade local, fomentando o interesse por aspectos culturais e educativos.

 Esta é uma iniciativa da Associação Âncora Centro Comunitário, Associação Cultural Rock da Baixamar e a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos de Tavira e conta com o apoio da Câmara Municipal de Tavira.

 
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